Voltar à terra

Adotar um animal

- Maio 27, 2016 -


Foi durante passagem  do Voltar à Terra pelo Greenfest Monsanto que deparei com este cartaz que incentiva a adoção de animais. Ainda não o fiz. Acho que deve ser uma atitude de grande responsabilidade. Tive um cão (o Picasso) durante 17 anos e este meu amiguinho fez me viver momentos muito felizes. Mas metade da sua vida foi partilhada a viver com a minha mãe e irmãos, que tinham mais tempo para cuidar dele. Foi das decisões mais difíceis da minha vida. E sempre que penso que gostaria de ter de novo um cãozinho, penso também que a minha vida de atriz, com horários incertos e dias por vezes muito ocupados, não permitiria a atenção que ele merece. Mas quem puder adotar, peço um favor: adote! E leve o seu amigo/a a passear, pois felizmente há cada vez mais lugares onde podemos estar com eles fora de casa, aproveitando para conviver junto da Natureza. O festival Greenfest Monsanto é um deles. 

 

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Categoria: Rotas Bio/ Lazer Amigo do Ambiente

 

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2 comentários de “Adotar um animal

  1. Adotar um animal é maravilhoso, e deve ser um ato bem pensado entre todos os membros da família. Os cãezinhos são de facto mais dependentes dos donos para passeios, já os gatinhos são mais independentes e ficam bem mais tempo sozinhos, apesar de que também conseguem ser uns mimalhos. Sempre fui uma “dog lover”, mas quis o destino que numa noite de verão, durante um passeio encontrasse uma pequena “panterinha” preta perdida e desnorteada. Confesso que tive algum receio pois não sabia muito de gatos (nunca tinha tido um), mas hoje sei que foi a melhor opção que tomámos. Já nem imagino a minha casa sem a minha felina Sissi; e as pernas do meu sofá nunca mais foram as mesmas ☺

  2. Eu também era uma pessoa de cães… até que, pelos mesmos motivos que a Anabela enuncia (falta de tempo para dar a tenção que um cão merece), decidi adotar um gato. E acabaram por ser dois! A família está rendida… Ter um gato não é nada do que eu pensava… tantos mitos que caíram por terra… Cada um tem a sua personalidade. Passam o serão connosco. Um deles vai sempre deitar a criança da casa – não sai dos pés da cama dela enquanto ela não adormece. Nunca a arranharam e ela tapa-os com mantinhas, brinca com eles como se forem as suas bonecas. Comunicam connosco. Interagem que se fartam. E eu que pensava que os gatos não nos ligavam nenhuma… Experimente Anabela. Desde que, estando ausente de casa, tenha alguém para lhe dar comida e mudar a areia, pode ter a sua vida ocupada, que o bichano se sente feliz. E quando está com ele, vai mimá-la até mais não.

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